(Source: fionn4, via taatianalaffite)
Inimigo oculto. Camuflado no tumulto, ou alguém que te chama de irmão - um insulto. Agoniza no meio da confusão que protagoniza e não desmoraliza a previsão. Reação em cadeia, produto do meio veio mostrar ao que veio e a coisa ficou feia.
Ligo minhas antenas, não apenas pra me desligar de espíritos dignos de pena - o parasita que transita em cena. Fotogênico no meu papel higiênico. Descarga ralo abaixo com seu jogo cênico.
Jogo cênico.
É o que?
Porque, sempre que lemos alguma coisa sobre o amor, sempre que alguém tenta defini-lo, há sempre um estado ou um substantivo abstrato, e eu tento pensar nele dessa maneira. Mas, na realidade, o amor é… bem, é simplesmente você. E quando você vai, o amor se acaba. Não há nada abstrato a respeito dele.
Quem roubou-me o céu, tenha a decência de devolver. Quem por acaso o encontrar perdido por aí, tenha a decência de repousar e observar. Duvido que ainda seja verde. Duvido que volte a ter a minha coloração, a que eu escolhi.
A quem perdeu-se em suas estrelas, meus sentimentos. Elas são ariscas e quem as treinou fui eu. Com toda minúcia e cuidado, uma a uma. E não se espante com os furacões, eles não são frequentes, porém devastadores. A calmaria passa num piscar de olhos e você pode ver o Sol nascendo no horizonte, mas sabe que vai ficar ali… sentado por horas até que se ponha. É um ciclo vicioso, só o verde pode ser visto. E você aguarda e você deposita todas as esperanças no poente. As vezes ele não chega, adormece. As pedrinhas do chão começam a machucar suas mãos porque a espera parece infinita e você desiste.. finalmente vai embora.